Chapa Dilma-Temer: a origem do dinheiro sujo

Os R$ 112 milhões repassados irregularmente para a campanha da reeleição são divididos do seguinte modo:

R$ 45 milhões foram para o caixa 2. Nesta conta, estão R$ 20 milhões pagos por fora ao marqueteiro de Dilma, João Santana; mais R$ 25 milhões para comprar o apoio de quatro partidos.

R$ 17 milhões via “caixa 3” ou “barriga de aluguel”. Trata-se do dinheiro repassado pela Odebrecht, via Grupo Petrópolis.

R$ 50 milhões de propinas, como recompensa da Odebrecht pela edição da medida provisória 470, que criou o Refis da Crise. O dinheiro deveria ser usado em 2010, mas ficou como “crédito” para 2014.

As informações são da Folha.

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