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Cidade de São Paulo está na fase 2, de "controle"; Grande SP e Baixada Santista seguem em "alerta máximo"

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Ao detalhar o programa de “reabertura consciente” da economia de São Paulo em meio à epidemia da Covid-19, o governo do estado classificou a capital paulista na fase 2, a de “controle”, que permite “eventuais liberações”.

A Grande São Paulo e a Baixada Santista, por sua vez, aparecem ainda na fase 1, de “alerta máximo”, em que apenas os serviços essenciais podem funcionar normalmente.

Segundo o Plano SP, os setores da economia que pretendem reabrir devem apresentar planos com protocolos à prefeitura. Caberá à gestão municipal definir aqueles poderão reabrir.

Como noticiamos, as cidades poderão avançar ou recuar em todas as cinco fases, dependendo dos resultados que obtiverem no enfrentamento da doença — elas serão monitoradas diariamente e haverá uma avaliação final a cada 14 dias que vai definir se o município avançará, recuará ou permanecerá na mesma posição na escala.

A reabertura econômica em cada uma das cidades terá de seguir critérios técnicos definidos no Plano SP — com base em redução sustentada dos casos de Covid-19, isolamento social mínimo de 55%, diminuição da ocupação dos leitos em hospitais, leitos para Covid-19 por 100 mil habitantes, número de novas internações e número de mortes.

Clique aqui para ver a íntegra do plano de reabertura de São Paulo.

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Comentários

  • Adriano -

    Parece que dará certo o plano, depois de testar a eficácia das máscaras com rodízio maluco e bloqueio de vias, forçando as pessoas a se aglomerarem no transporte público, o teste parece que funcionou!

  • José -

    Esses planos são jogadas de risco para abrir a economia sem dar o braço a torcer. Não há nenhuma garantia de que vão controlar o vírus. Se der errado vamos descobrir os verdadeiros genocidas!

  • Iza -

    Há tempos estamos lendo que é preciso testar as pessoas, mas isso não está acontecendo. Agora superfaturamento em compras de respiradores e hospitais de campanha tem de sobra.

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