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Com apoio de vários partidos, 'PEC do Pazuello' é protocolada na Câmara

Proposta para impedir militares da ativa de assumirem cargos no governo obteve 185 assinaturas; emenda pode incluir 'quarentena' que atingiria Sergio Moro
Com apoio de vários partidos, PEC do Pazuello é protocolada na Câmara
Foto: Adriano Machado/Crusoé

Com o apoio de representantes de todos os partidos da Câmara, foi protocolada nesta quarta-feira (14) a PEC que impede que militares da ativa assumam cargos no governo, apelidada de “PEC do Pazuello”, registra O Globo.

Autora do texto, a deputada Perpétua Almeida, do PC do B, coletou 185 assinaturas, incluindo as de integrantes de partidos da base de apoio a Jair Bolsonaro, como PSL, PP e PL.

Como publicamos mais cedo, a PEC também obteve o apoio de cinco ex-ministros da Defesa (Nelson Jobim, Celso Amorim, Jaques Wagner, Aldo Rebelo e Raul Jungmann), que divulgaram uma nota em favor da proposta.

General da ativa, Eduardo Pazuello deixou o Ministério da Saúde em março deste ano, mas ganhou novo cargo no Planalto. Em maio, participou de ato político a favor de Bolsonaro, contrariando o estatuto das Forças Armadas, mas não foi punido pelo Exército.

Também mais cedo, o Estadão alertou que a PEC “deve receber emenda para incluir um tipo de ‘quarentena eleitoral’ a militares, policiais, juízes e procuradores” —ou seja, pode conter um dispositivo para barrar uma eventual candidatura de Sergio Moro.

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