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Com demora para sabatina de Mendonça, autoridades se vendem como opções para STF

O ministro do TCU, Jorge Oliveira, e o procurador-geral da República, Augusto Aras, colocam seus nomes à disposição do presidente Jair Bolsonaro
Com demora para sabatina de Mendonça, autoridades se vendem como opções para STF
Foto: Alan Santos/PR

A demora para a CCJ pautar a indicação de André Mendonça ao STF está abrindo espaço para outros cotados para a Corte colocarem seus nomes à disposição. A situação do ex-AGU complicou à medida que Jair Bolsonaro intensificou seus ataques às instituições.

Cabe a Davi Alcolumbre, presidente da comissão, decidir quando vai ocorrer a sabatina.

Interlocutores do presidente Jair Bolsonaro passaram a enxergar com mais força nos últimos dias o nome de Jorge Oliveira, hoje ministro do Tribunal de Contas da União, diz a Veja. Aliados do presidente avaliam que a promessa de indicar alguém “terrivelmente evangélico” foi esquecida.

Como mostramos, Augusto Aras ainda acredita que pode ser nomeado e se vende como alguém capaz de distensionar a relação entre Bolsonaro e os ministros do STF.

Enquanto aguarda a sabatina, André Mendonça prega. Ontem, ele participou de um culto na badalada Assembleia de Deus de Madureira, no Rio de Janeiro.

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