Com início da vacinação, Bolsonaro tenta insistir em discurso ideológico

Com início da vacinação, Bolsonaro tenta insistir em discurso ideológico
Foto: Valter Campanato/ Agência Brasil

Em meio ao início da vacinação contra a Covid-19 no Brasil, restou a Jair Bolsonaro tentar ficar insistindo em um discurso ideológico.

Na conversa com apoiadores em frente ao Palácio da Alvorada, há pouco, ele disse:

“Por que sucatearam as Forças Armadas ao longo de 20 anos? Porque nós, militares, somos o último obstáculo para o socialismo. Quem decide se um povo vai viver na democracia ou na ditadura são as suas Forças Armadas. Não tem ditadura onde as Forças Armadas não apoiam.”

O presidente também insistiu na polarização com o PT.

“No Brasil, temos liberdade ainda. Se nós não reconhecermos o valor destes homens e mulheres que estão lá, tudo pode mudar. Imagine o Haddad no meu lugar. Como estariam as Forças Armadas com o Haddad em meu lugar?”

Depois, fez chacota do ditador Nicolás Maduro — a Venezuela está ajudando a fornecer oxigênio para Manaus.

“Vem uns idiotas, eu vejo aí, elogiando ‘olha o Maduro, que coração grande ele tem’. Realmente, daquele tamanho, 200 kg, 2 metros de altura, o coração dele deve ser muito grande. Nada mais além disso.”

Leia mais: A Crusoé foi verificar in loco a farsa perpetrada pela ditadura venezuelana elogiada pelo PT na época de Lula, e encontrou um cenário desolador.
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