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Comissão de Ética da Presidência proíbe Moro de advogar por 6 meses

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A Comissão de Ética da Presidência decidiu nesta terça-feira, 2, proibir que Sergio Moro advogue por um período de seis meses, registra o Estadão.

O ex-ministro da Justiça foi autorizado a dar aulas e escrever artigos para a imprensa. Enquanto durar a proibição, Moro continuará recebendo o salário de R$ 31 mil pago aos integrantes do primeiro escalão do governo.

Na semana passada, a mesma comissão determinou quarentena semelhante para Luiz Henrique Mandetta, impedindo o ex-ministro da Saúde de atuar na iniciativa privada por seis meses e mantendo seu salário de ministro.

Mandetta está recorrendo da decisão e quer atuar em consultoria e palestras.

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Comentários

  • Igor -

    Jogada de mestre para enterrar esse traíra de uma vez por todas. Em dezembro ninguém mais se lembrará desse covard.e

  • AUGUSTO -

    Vai continuar sendo o "HERÓI BRASILEIRO", o medo do "asno" está explicito nesse ato, vai continuar dando coice, relinchando, e Dr. Moro fazendo a festa com aulas e palestras, rindo à toa com o trocado

  • Angelo -

    Na prática a teoria é outra coisa, Moro na teoria é 10, acredito que na prática é zero. Só se emprestar o seu nome a um famoso escritório de advocacia. Dar palestras vai garantir sua campanha política

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