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Comissão do Voto Impresso vota 15x15 para adiar debate e Barros desempata pelo prosseguimento

Discussão sobre proposta do relator não foi adiada; mesmo assim, presidente da comissão, Paulo Eduardo Martins (PSC-PR), reafirmou que projeto não será votado hoje
Comissão do Voto Impresso vota 15×15 para adiar debate e Barros desempata pelo prosseguimento
Reprodução/TV Câmara/YouTube

A Comissão do Voto Impresso acaba de rejeitar a retirada de pauta do parecer do relator Filipe Barros (PSL-PR). Assim, fracassou uma tentativa de deputados de oposição de adiar a discussão.

A votação sobre a retirada da pauta ficou em 15 x 15. Coube ao relator desempatar. Barros já havia votado “não” ao requerimento, da mesma forma que seus dois colegas de PSL na comissão, Bia Kicis e Eduardo Bolsonaro.

Outro que votou “não”, juntamente com o PSL, foi Paulo Ganime (Novo-RJ).

Barros apresentou o parecer na segunda passada (28). Por sua proposta, nas seções eleitorais com urnas dotadas de impressoras, a apuração será feita pelos mesários, e por um sistema eletrônico diferente daquele usado na urna.

A autoria da PEC é de Bia Kicis (PSL-DF). A CCJ da Câmara aprovou a admissibilidade do texto em dezembro de 2019.

Esta é pelo menos a quarta tentativa de emplacar o voto impresso desde a adoção das urnas eletrônicas, a partir das eleições municipais de 1996.

O voto impresso já foi aplicado no Brasil, para cerca de 7 milhões de eleitores em 2002. Em 2009 e de novo em 2015, o Congresso voltou a aprovar o voto impresso; nas duas vezes, a ideia foi derrubada pelo STF.

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