Comissão de Ética pede gravações de Joesley com Marcos Pereira

A Comissão de Ética da Presidência pediu ao Supremo, em 27 de outubro, acesso às gravações de conversas de Joesley Batista com o ministro da Indústria, Marcos Pereira, conta O Globo.

São aqueles diálogos em que, de acordo com a delação do dono da JBS, o ministro pede uma propina de R$ 6 milhões.

O pedido da Comissão de Ética foi feito dois dias depois de o plenário da Câmara arquivar a segunda denúncia da PGR contra Michel Temer. Chegou ao STF na última segunda, dia 30. Edson Fachin ainda não decidiu sobre ele.

 

Deixe seu comentário

Os comentários não representam a opinião do site; a responsabilidade é do autor da mensagem;
Tempo de publicação: 4 minutos

Ler mais 11 comentários
  1. Desde quando ouvi falar que existia essa comissão de ética pública, há mais de dez anos nunca foi aplicada nenhuma sansão ou punição efetiva aos criminosos descobertos durante o governo Lula e Dilma e não foram poucos só de ministros implicados em falcatruas perdemos a conta. Isto que teve até ilustre ex ministro do STF.

  2. A ÉTICA DA POLÍTICA BRASILEIRA:
    Condena atentado terrorista nos EUA, mas dá proteção a terrorista condenado na Itália.
    Prende empregado que rouba patrão, mas mantém político condenado no parlamento.
    Proíbe preso comum de ver TV ou ter privilégio, mas permite conforto a político preso.
    Prende advogados de organização criminosa PCC por dinheiro de origem ilícita, mas não prende advogado da Organização Criminosa do CN (Congresso Nacional) pelo mesmo motivo.
    Transfere chefe de organização criminosa para presídio federal, mas não transfere político criminoso que ameaça juiz.
    Elabora lei para proteção da mulher (“MARIA DA PENHA”), mas mulheres são assassinadas.
    Político anda de carro blindado e com segurança armada, mas proíbe cidadão de possuir arma para se defender.
    Povo aprova em plebiscito uso de arma, mas congresso não respeita voto popular.
    Adolescente de 16 anos vota e dirige com autorização, mas não responde por crime.
    Condenados são presos, mas nunca cumprem pena máxima.
    Cidadão é preso se descumprir ordem judicial, mas político pode desacatar a Suprema Corte.