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Compra de combustível de helicóptero põe gestão de Flávio Dino na mira da PGR

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Um contrato fechado pelo governo de Flávio Dino, do PCdoB, no Maranhão, para a compra de combustível destinado ao abastecimento de um helicóptero motivou um pedido de abertura de inquérito pela PGR.

A solicitação foi encaminhada na semana passada ao STJ pela subprocuradora-geral da República Lindôra Maria Araújo, diz O Globo. A investigação tramitará sob sigilo.

Segundo a PGR, o governo maranhense fechou um contrato para a compra de 175 mil litros de combustível por ano para abastecer um helicóptero utilizado pela Secretaria de Segurança. Mas o consumo médio anual da aeronave, de acordo com os procuradores, seria de 144 mil litros.

A compra de combustível “extra”, de acordo com os investigadores, levaria a um prejuízo de R$ 267 mil aos cofres públicos.

O governo do Maranhão negou qualquer irregularidade e alegou que Flávio Dino não pode ser responsabilizado pela assinatura de contratos da Secretaria de Segurança.

“A suposta denúncia carece de fundamento e é totalmente desprovida de seriedade. Se houver necessidade de esclarecimentos complementares, a Secretaria de Segurança Pública prestará no momento oportuno. O governo do Maranhão também esclarece, no que se refere ao foro no STJ, que obviamente não é o governador do Estado que pratica atos administrativos sobre a compra de combustíveis na Polícia Militar, tampouco é quem abastece veículos ou aeronaves. Logo, se existir algum procedimento formal, certamente ele não pode se dirigir ao governador, pois seria um disparate jurídico”, diz a nota do governo.

Leia também: MORO FORA DO GOVERNO: NÃO ERA FOFOCA; É JORNALISMO

Comentários

  • Luiz -

    O governador é responsável sim pelo que acontece em seu governo!!!

  • Ivanildo -

    Será que ele seguiu a recomendação de muitos, indicou um inimigo para a Secretaria de Segurança??? Bolsonaro que abra o olho, nem nos inimigos se pode confiar.

  • Paulo -

    ALMA PURA.

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