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"Compra-se um partido"

“Compra-se um partido”
Foto: Clauber Cleber Caetano/PR

Jair Bolsonaro quer ser “dono” de um partido, como ele mesmo disse.

A Crusoé esquadrinhou seus planos.

Leia o trecho da reportagem que trata do Partido da Mulher Brasileira, da quilombola Suêd Haidar:

“Se as tratativas prosperarem, Suêd deve entregar o comando político da agremiação a Bolsonaro e pode até permitir a mudança do nome do partido. Mas não pretende abrir totalmente mão do controle sobre as questões administrativas – o que inclui o caixa partidário. Há milhares de razões para isso. Na prestação de contas de 2018, último ano em que o partido teve acesso a recursos do fundo partidário, a sigla pagou 468 mil reais a Suêd Haidar. No ano passado, ela disputou a prefeitura do Rio e recebeu 341 mil reais de recursos do fundão eleitoral. Parentes dela também foram beneficiados. O filho de Suêd, Sidclei Bernardo, além de ter recebido pagamentos com dinheiro do fundo partidário até 2018, foi destinatário de 110 mil reais para disputar uma cadeira na Câmara de Vereadores. Suêd não quis falar com Crusoé. Na aproximação do PMB com Bolsonaro, nem tudo é 100% estranho. No Rio, o partido é intrinsicamente associado a milicianos.”

Assine a Crusoé e leia a reportagem completa sobre o escambo de Jair Bolsonaro com outros partidos, do PSL ao Patriota.

Leia mais: O furo de reportagem de O Antagonista sobre a mansão comprada por Flávio Bolsonaro em Brasília é dissecado na edição desta semana da Crusoé
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