Congresso tarja preta

O deputado Vinícius Gurgel diz que não houve falsificação de sua assinatura no termo de renúncia ao cargo que ocupava no Conselho de Ética – manobra que, segundo a Folha, procurava beneficiar Eduardo Cunha.

Gurgel explicou que faz tratamento psicológico e deixou documentos já assinados para eventualidades. Ele contou que, na ocasião que assinou a renúncia, estava sob efeito de álcool e medicamentos controlados.

“Tomo remédio tarja preta e na quinta-feira bebi um pouco. Na sexta-feira, assinei esses documentos.”

O Antagonista desconfia de que Gurgel não é o único a exercer a atividade parlamentar sob efeito de álcool e medicamentos.