CORRUPÇÃO PASSIVA QUALIFICADA E LAVAGEM

No inquérito 4259, que tramita no STF, a Polícia Federal revela que a propina para José Guimarães foi paga por meio de dois cheques de Alexandre Romano.

O primeiro, no valor de R$ 30 mil, foi descontado pelo escritório de advocacia ‘Bottini e Tamasauskas’ que defendeu Guimarães numa ação no STF. O segundo cheque, no valor de R$ 67,8 mil, foi nominal a uma fábrica de papel fornecedora da gráfica usada pelo deputado.

“Foram identificados elementos suficientes para apontar a materialidade e autoria dos crimes de corrupção passiva qualificada e lavagem de dinheiro pelo parlamentar”, diz a PF.

“Também foram apontados indícios suficientes de autoria e materialidade do delito de corrupção passiva qualificada cometido pelo ex-presidente do BNB”, em referência a Roberto Smith.

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