Corte mais, presidente

Guilherme Campos, presidente dos Correios, ponderou que o volume de dinheiro para patrocínio de atividades esportivas tem diminuído drasticamente. É verdade. O contrato de apoio ao tênis brasileiro, por exemplo, caiu de 15,9 milhões de reais em 2012/2014 para 4 milhões de reais em 2016/2018.

Ele também argumenta que os gastos da estatal com publicidade despencaram. Eis os números:

2014 – R$ 190 milhões

2015 – R$ 188 milhões

2016 – R$ 67 milhões

2017 – ainda não houve campanhas veiculadas

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E o rombo dos Correios?

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