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Covas diz que "pressão política" não definirá retorno das aulas

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O prefeito de São Paulo, Bruno Covas, disse hoje que a data para o retorno das aulas presenciais na capital paulista será definida pela área da saúde, e não por pressões políticas.

“Quem vai definir a data de retorno às aulas não é pressão política do grupo A, B ou C. Quem vai definir a data é a área da saúde. Foi a área da saúde que solicitou que a gente suspendesse as aulas e, somente quando a área da saúde entender que é possível a volta às aulas, é que nós voltaremos às aulas de São Paulo”, afirmou o tucano em entrevista coletiva na sede da prefeitura.

“Eu sou responsável por 960 mil crianças que estudam na nossa rede municipal, fora as outras crianças que estudam na rede do estado e na rede privada”, prosseguiu Covas.

“Somente quando a prefeitura tiver tranquilidade que é o momento adequado e o momento certo, nós vamos retomar as aulas.”

Segundo o plano de reabertura econômica do governo do estado, as aulas presenciais seriam retomadas, em tese, no dia 8 de setembro — mas esta data já está sendo reavaliada.

Como registramos ontem, Covas e Doria voltaram a entrar em choque por desentendimentos entre governo e prefeitura sobre o combate ao novo coronavírus. A gota d’água teria sido a saída do secretário municipal de Saúde, Edson Aparecido, do Centro de Contingência da Covid-19 do governo estadual.

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