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CPI: Cármen Lúcia nega pedido de condução coercitiva de lobista da Precisa

A ministra do STF também vetou a retenção do passaporte de Marconny Faria, que não compareceu à sessão de ontem para depor
CPI: Cármen Lúcia nega pedido de condução coercitiva de lobista da Precisa
Foto: Adriano Machado/Crusoé

A ministra do STF Cármen Lúcia negou o pedido da CPI da Covid para autorizar a condução coercitiva de Marconny Faria, apontado como lobista da Precisa.

A magistrada também vetou outras medidas, como a retenção do passaporte de Marconny, que não compareceu à sessão de ontem para depor e a proibição de que ele deixe a cidade onde mora sem autorização. No dia anterior, ele alegou que estava doente, atingido por uma “dor pélvica”. A ministra avaliou que as solicitações feitas pela CPI eram manifestamente impertinentes.

Juridicamente, Carmen Lúcia apenas deixou de analisar os pedidos da comissão, o que na prática significa negá-los. Mesmo assim, a comissão adotou outras medidas para que o depoimento ocorra, como o uso da Polícia Legislativa do Senado para encontrar o lobista. Na quinta-feira (2), a ministra decidiu que Marconny precisa depor à CPI. 

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