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CPI da Covid: Justiça autoriza condução coercitiva de Marcos Tolentino

Há duas semanas, o advogado não compareceu ao depoimento, alegando questões médicas; na ocasião, Omar Aziz defendeu a condução coercitiva
CPI da Covid: Justiça autoriza condução coercitiva de Marcos Tolentino
Reprodução/Rede Brasil de Televisão

A Justiça Federal em Brasília acaba de autorizar que Marcos Tolentino seja conduzido coercitivamente a depor, caso não compareça ao seu depoimento à CPI da Covid, marcado para amanhã.

O advogado é apontado como sócio oculto da FIB Bank, empresa que ofereceu uma garantia fria para o contrato entre a Precisa Medicamentos e o Ministério da Saúde para a compra da Covaxin.

O depoimento de Tolentino estava marcado para duas semanas atrás, mas ele alegou problemas médicos e não compareceu. Na noite anterior, o advogado deu uma entrevista exclusiva a O Antagonista.

Diante do não comparecimento, o presidente da CPI, Omar Aziz, disse que determinaria a condução coercitiva. O senador disse que Tolentino iria depor “até de maca”.

Segundo Aziz, ele teria fraudado o atestado médico.

Em sua decisão, o juiz Francisco Codevila, da 15ª Vara da Justiça Federal em Brasília, afirmou que toda testemunha tem obrigação de comparecer para prestar depoimento e que a postura da testemunha de “não comunicar a CPI o motivo que levou a sua ausência na data para a qual anteriormente convocada a depor, se revelou como evasiva e não justificada.

A ministra do STF Cármen Lúcia concedeu um habeas corpus a Tolentino, permitindo que ele fique em silêncio diante de perguntas dos senadores.

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