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CPI da Covid: Heinze cita teoria da conspiração para defender cloroquina

Nos últimos dias, surgiram publicações em correntes de WhatsApp bolsonaristas tirando de contexto e-mails escritos por Anthony Fauci
CPI da Covid: Heinze cita teoria da conspiração para defender cloroquina
Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado

Em sua intervenção na CPI da Covid, o senador Luis Carlos Heinze (PP-RS) citou uma teoria da conspiração envolvendo o médico Anthony Fauci, conselheiro da Casa Branca, para defender a prescrição da cloroquina.

Nos últimos dias, surgiram publicações nas redes sociais e em correntes de WhatsApp bolsonaristas tirando de contexto e-mails escritos pelo intectologista em fevereiro do ano passado. Na época, quando muito pouco se sabia sobre o vírus da Covid, Fauci desaconselhou o uso de máscaras e sugeriu que o coronavírus poderia ter sido criado em laboratório.

No sábado, Fauchi disse que a teoria da conspiração envolvendo seu nome “é uma abordagem anticientífica”.

Heinze, porém, aproveitou as publicações bolsonaristas para defender o chamado “tratamento precoce”. “A questão das vacinas é um mercado trilionário. Isso vai ser demonstrado nesse caso Fauci nos Estados Unidos. Alguém tem segundas intenções nessa questão. Ideologia e muito dinheiro por cima desta questão”, disse o senador, que já associou uma pesquisa contrária à cloroquina no tratamento da doença a uma atriz pornô.

Na sessão de hoje da CPI, até mesmo o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, admitiu que a cloroquina não deve ser usada contra Covid.

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