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CPI da Covid: o que esperar do depoimento de Wagner Rosário

Ministro da CGU vai prestar esclarecimentos hoje sobre caso Covaxin e desvios de recursos destinados para enfrentamento à pandemia
CPI da Covid: o que esperar do depoimento de Wagner Rosário
Foto: Isac Nóbrega/PR

A CPI da Covid ouve hoje, a partir das 9h30, o ministro da Controladoria-Geral da União, Wagner Rosário.

Rosário entrou na mira da CPI por suspeita de prevaricação no caso Covaxin. O colegiado afirma que já levantou vários indícios de que integrantes do governo federal tinham conhecimento sobre o suposto esquema da Precisa Medicamentos, mas a CGU só agiu após os trabalhos da Comissão Parlamentar de Inquérito.

Além disso, a oitiva de Rosário também atende a uma solicitação da base governista, já que ele poderá falar sobre esquemas de corrupção envolvendo recursos para combater a pandemia nos estados.

Leia quais serão os principais questionamentos ao ministro da CGU:

– Houve alguma interferência do Palácio do Planalto nas investigações do caso Covaxin?

– Como a CGU chegou às conclusões de que não houve tentativa de superfaturamento no contrato entre a Precisa e o Ministério da Saúde?

– Como a CGU chegou à conclusão de que não foram detectadas irregularidades nas invoices apresentadas pela Precisa Medicamentos?

– Por qual motivo a CGU entrou no caso Covaxin apenas após a denúncia do deputado federal Luis Miranda (DEM-DF)?

– A CGU foi avisada por Jair Bolsonaro de alguma irregularidade no caso Covaxin? E se foi alertada, por qual motivo agiu apenas após os trabalhos da CPI?

– A CGU detectou participação de governadores em eventuais esquemas de corrupção envolvendo transferência de recursos destinados ao enfrentamento à pandemia?

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