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CPI dá 48h para Guedes explicar "Auxílio Brasil" e pacto com "Ministério da Saúde Paralelo"

Ele também será questionado sobre ações do governo federal ao longo da pandemia e se o governo federal pretendia adotar a chamada "imunidade de rebanho"
CPI dá 48h para Guedes explicar “Auxílio Brasil” e pacto com “Ministério da Saúde Paralelo”
Foto: Edu Andrade/Ascom/ME

A CPI aprovou há pouco requerimento de informações que será enviado ao ministro Paulo Guedes para que ele explique quais ações foram adotadas pelo governo federal para atenuar os efeitos da pandemia de Covid na economia brasileira.

A apresentação do pedido de informações foi uma alternativa adotada pela CPI para evitar a convocação de Guedes.

O questionário tem 21 perguntas. Os senadores querem saber se o ministro da Economia defendeu o “tratamento precoce” em reuniões da pasta, se dificultou o pagamento do auxílio emergencial, se o governo federal já tem valores para o “Auxílio Brasil”, programa assistencial que vai substituir o Bolsa Família e se haverá espaço no orçamento para conceder pensão para órfãos ou para pessoas que tenham ficado com sequelas após terem contraído o novo coronavírus.

Outra questão que será abordada no pedido de informações diz respeito à um eventual acerto entre a Economia e o “Ministério da Saúde Paralelo” para tentar evitar um lockdown nacional. Esse “pacto” foi revelado na semana passada pela advogada dos médicos da Prevent Senior, Bruna Morato.

Além disso, os senadores também querem saber se o ministro defendeu a chamada “imunidade de rebanho”. Também será questionado ao ministério se a pasta já destinou recursos para a compra de vacinas ou se Guedes dificultou a tramitação da Medida Provisória que permitiu a aquisição de imunizantes.

 

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