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CPI pretende quebrar sigilos de assessora do Planalto que redigiu requerimentos governistas

Há a suspeita de que Flávio Bolsonaro esteja por trás dos documentos redigidos por Thaís Amaral Moura
CPI pretende quebrar sigilos de assessora do Planalto que redigiu requerimentos governistas
Foto: Reprodução

A CPI da Covid vai analisar amanhã requerimentos de convocação e de quebras de sigilo bancário, fiscal, telefônico e telemático da assessora palaciana Thaís Amaral Moura, da Secretaria de Governo da Presidência da República.

Os senadores querem obter mais informações sobre os registros eletrônicos de requerimentos apresentados por senadores governistas na CPI da Covid. Os documentos, protocolados ainda em abril, indicavam que o Palácio do Planalto produziu o material.

Como mostramos, existe uma suspeita de que o filho do presidente Flávio Bolsonaro (Patriota-RJ) esteja por trás dos requerimentos, por meio do advogado Frederick Wassef.

Além disso, os senadores receberam informações de que a servidora esteja diretamente ligada às negociações entre o governo federal e a Precisa Medicamentos para a contratação da vacina Covaxin.

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