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CPI quebra sigilos de auxiliar de Pazuello que foi acusado de pressionar por Covaxin

A vacina indiana, representada pela Precisa Medicamentos, foi a mais cara adquirida pelo governo federal
CPI quebra sigilos de auxiliar de Pazuello que foi acusado de pressionar por Covaxin
Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado

A CPI da Covid autorizou há pouco a quebra dos sigilos bancário, fiscal, telefônico e telemático do tenente-coronel Alex Lial Marinho, homem de confiança do ex-ministro Eduardo Pazuello e que seria um dos responsáveis pela pressão atípica para tentar garantir a importação da Covaxin.

A vacina indiana, representada pela Precisa Medicamentos, foi a mais cara adquirida pelo governo federal. A União pagou R$ 80,7 a dose, valor bem mais alto que a da Pfizer, que saiu por R$ 56,30 a dose.

Em depoimento prestado ao Ministério Público Federal, o servidor do Ministério da Saúde Luís Ricardo Fernandes Miranda, irmão deputado federal Luís Miranda (DEM-DF), relatou ter sofrido “pressão excessiva” de integrantes da pasta para autorizar a formalização do contrato com a Covaxin. Um dos autores dessa pressão seria justamente o tenente-coronel Alex Lial Marinho.

Hoje, como mostramos, as pressões foram informadas a Jair Bolsonaro pelo deputado Luís Miranda.

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