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CPI quer saber quem pediu pixuleco a Pazuello e se Wajngarten intermediou contratos com farmacêuticas

CPI quer saber quem pediu pixuleco a Pazuello e se Wajngarten intermediou contratos com farmacêuticas
Foto: Anderson Riedel/PR

Integrantes da CPI da Covid ouvidos por O Antagonista querem convocar Fabio Wajngarten para que explique seu papel na intermediação do contrato bilionário do governo com a Pfizer para a compra de vacinas e se atuou em outros casos.

Em sua entrevista à Veja, o ex-secretário de Comunicação chegou a dizer que guarda e-mails, registros telefônicos, cópias de minutas do contrato” e que “cinco escritórios de advocacia” apoiaram a negociação de R$ 5,63 bilhões.

“Por que ele tem a minuta de um contrato sigiloso entre a Pfizer e o Ministério da Saúde?”, questiona um senador que integra o colegiado. “Queremos saber também quais escritórios de advocacia participaram do negócio e convocar seus representantes.”

Outro membro da CPI quer saber se Wajngarten atuou no episódio em que o Ministério da Saúde deu aval para uma empresa (BRZ Trade) negociar no mercado privado 33 milhões de doses da vacina AstraZeneca, sendo que a farmacêutica já alertou que nunca teve “representante de venda da vacina para os mercados estaduais, municipais ou privado”.

Esse mesmo senador, que pediu anonimato enquanto a CPI não for instalada, quer convocar o ex-ministro Eduardo Pazuello para explicar ambos os casos e também a estranha denúncia que fez ao deixar o cargo. O general disse que recebeu pedidos de “pixuleco” e chegou a ser ameaçado de morte.

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