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CPI suspeita que Ernesto Araújo tenha atuado para favorecer produtor de cloroquina

A CPI da Covid, a partir de documentos entregues pelo Itamaraty, suspeita que o chanceler Ernesto Araújo tenha agido para beneficiar a EMS
CPI suspeita que Ernesto Araújo tenha atuado para favorecer produtor de cloroquina
Foto: Isac Nóbrega/PR

“Além de mobilizar a diplomacia brasileira mundo afora para conseguir matéria-prima para a produção de hidroxicloroquina, Ernesto Araújo pode ter atuado para favorecer a farmacêutica EMS, do empresário Carlos Sanchez”, diz a Crusoé.

“É o que suspeitam integrantes da CPI da Covid.

Em 3 de abril de 2020, em meio às restrições de exportações de insumos médicos pela Índia, o então chanceler – agora oficialmente investigado pela comissão – enviou carta para seu homólogo indiano, Subrahmanyam Jaishankar, solicitando a liberação de uma carga adquirida pela empresa contendo meia tonelada de insumos para produzir cloroquina. O documento era secreto e teve seu sigilo levantado por decisão da CPI, que investiga a EMS.”

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Em nota, a EMS informou que passou a comercializar a hidroxicloroquina apenas a partir de novembro de 2019, ano em que faturou 1 milhão de reais com o medicamento. A empresa afirma que “a relação com governos, em todas as instâncias, é institucional” e que “os pedidos de apoio para liberar a carga de insumos seguiram todos os preceitos legais”.

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