Crise passageira

Fernando Schüler disse para a Época que a crise provocada pela demissão de Gustavo Bebianno deve durar uma ou, no máximo, duas semanas:

“Não considero a crise particularmente grave, mas ela mostra uma vulnerabilidade do governo.  Se levarmos em consideração o episódio em si, os elementos factuais, as evidências, em que pese que as denúncias tenham que ser investigadas, elas não seriam razão para uma crise dessa dimensão. A questão é que ela mostra uma vulnerabilidade e questões de estilo de governo. Houve uma demonstração de fragilidade do presidente, uma certa inexperiência, ausência de comando na relação com o subordinado no núcleo palaciano. Claramente, trata-se de uma crise que poderia ter sido resolvida rapidamente  e se tornou um problema. E se isso se transformar numa rotina, é muito perigoso para o governo. Uma perspectiva com um governo muito instável. Espero que esse episódio sirva de lição.”

Ele deu uma sugestão a Jair Bolsonaro:

Transferir a embaixada de Tel Aviv para Jerusalém. Se você deseja entender melhor a questão, precisa conhecer agora mesmo a posição “politicamente incorreta” do Narloch. Veja aqui!

“A melhor coisa que o presidente pode fazer é deixar claro para os filhos que eles não deveriam se intrometer, nem se manifestar publicamente sobre questões internas do governo. A experiência mostra que intromissão de familiares em assuntos de governo são fontes sistemáticas de crise.”

Comentários

  • GUSTAVO -

    quem é bebiano, ele é um ninguem

  • Presidente-XVII -

    Jair Bolsonaro tem que ouvir quem, pra resolver as questões internas, e lidar com traidores? A mídia mainstream, as raposas da política que tentam abordar o capitão? Conta outra, sistema!

  • Wilton -

    É triste ver que o Antagonista cresceu e agora quer se juntar a grande mídia podre!

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