Crônica de um impeachment (II)

Na quarta 5, Michel Temer preparou o terreno junto à opinião pública.

Depois de um dia intenso de conversas com ministros e parlamentares, foi à imprensa, para dizer que a situação era grave e fazer um apelo público pela união do Congresso Nacional e demais setores da sociedade. No dia seguinte, Firjan e Fiesp se manifestaram em apoio a Temer.

Em seguida a mais uma derrota parlamentar de Dilma, garantida por Cunha na chamada “pauta-bomba” na Câmara, PDT e PTB anunciaram o rompimento com o governo, abrindo caminho para a implosão da base aliada.

(Leia aqui o capítulo I)