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Crusoé, exclusivo: "Toffoli delatado"

PF quer investigar Toffoli por "venda de decisões judiciais" e por "obstrução de investigações"
Crusoé, exclusivo: “Toffoli delatado”
Capa: Rodrigo Freitas/Crusoé - Foto: Adriano Machado/Crusoé

A Crusoé teve acesso com exclusividade a tudo o que Sérgio Cabral disse sobre Dias Toffoli, assim como aos relatórios da PF sobre o caso.

O resultado é uma reportagem explosiva.

Leia o primeiro parágrafo:

“Duas semanas antes de deixar a presidência do Supremo Tribunal Federal, em setembro do ano passado, o ministro Dias Toffoli decidiu arquivar sumariamente, em um mesmo dia, doze inquéritos abertos na corte para investigar fatos revelados na delação premiada de Sérgio Cabral, ex-governador do Rio de Janeiro. No rol de investigados havia deputados, senadores e ministros do Superior Tribunal de Justiça e do Tribunal de Contas da União. A pressa e a forma como Toffoli enterrou os casos chamaram a atenção de quem acompanhava os processos de perto. O ministro se valeu da posição de presidente do STF para enviar os inquéritos abertos pelo ministro Edson Fachin para a Procuradoria-Geral da República e depois, com aval da PGR, arquivá-los antes mesmo de distribuí-los para outro magistrado assumir a relatoria, como é a regra. Esse expediente completamente atípico na corte levou a Polícia Federal a incluir um segundo capítulo, por suspeita de ‘obstrução de investigações’, no rumoroso pedido de abertura de inquérito feito ao Supremo há duas semanas para investigar Toffoli. Houve um segundo capítulo porque, no primeiro, é o próprio ministro Toffoli quem é delatado por Cabral por suposta ‘venda de decisões judiciais’”.

Assine a Crusoé e leia a reportagem completa aqui.

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