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Crusoé: o Centrão na sobremesa

Jair Bolsonaro se rendeu por completo ao suprassumo do fisiologismo no Congresso ao nomear Ciro Nogueira para a Casa Civil, mas o Centrão pode abandoná-lo
Crusoé: o Centrão na sobremesa
Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado

Jair Bolsonaro assinou sua rendição completa ao Centrão ao confirmar a nomeação de Ciro Nogueira para o comando da Casa Civil, diz a Crusoé. O presidente tenta “em uma tacada só” evitar a perda do mandato e garantir sua eleição, que fica cada vez mais improvável.

“O problema, para Bolsonaro, é que nada garante que os partidos que compõem o Centrão irão lhe franquear apoio incondicional até o final – muito menos que abraçarão o seu projeto de reeleição. Essa, inclusive, é a exata condição em que Centrão se sente mais confortável. A de, como principal bloco de sustentação de um presidente frágil, poder sempre amealhar mais e mais poder até que uma possibilidade real de impeachment os leve a abandonar o governo sem a menor cerimônia.”

“O que pode contribuir para que o Centrão vire a casaca são os desdobramentos da CPI. A comissão de inquérito, que retoma os trabalhos na próxima semana, volta com agenda cheia. Senadores pretendem lançar luz, por exemplo, sobre o turvo contrato entre o Ministério da Saúde e a Precisa Medicamentos para a aquisição da vacina indiana Covaxin, que tem como pivô o líder do governo na Câmara, Ricardo Barros, do mesmo partido de Ciro Nogueira.”

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