Crusoé: “Todo mundo queria pegar um pouco do bolo da contribuição sindical”

A nova edição da Crusoé traz uma entrevista exclusiva com o ministro Ives Gandra Martins Filho, que presidiu o Tribunal Superior do Trabalho durante a tramitação da reforma trabalhista.

Ele faz um balanço das mudanças em vigor, das quais foi um dos principais articuladores.

Leia aqui:

O senhor da reforma

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Tempo de publicação: 4 minutos

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  1. Jonatahan Mayhew disse:

    Todo político quer pegar um pouco do bolo dos Fundos Partidários

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  1. matus-além disse:

    ives Gandra é um dos poucos togados que honram a profissão. O imposto sindical é um ROUBO é precisa ser enterrado de vez, não é Edson Facinho ?!..

  2. TAÍS DISSE TUDO disse:

    Ives Gandra Martins Filho é um homem de boa vontade. Outro em seu lugar jamais daria entrevista a uma revista cujos proprietários de tudo fizeram para desmerecê-lo, atacando-o sob o pretexto de ser católico, como se isto fosse um defeito tão grave quanto ser criminoso.

  3. Tais disse:

    Diogo Mainardi e Sabino se juntaram à Folha, UOL e esquerdalha da imprensa fizeram campanha coordenada contra o nome de Ives Gandra Filho ao STF, tudo por ele ser católico, seria o único naquele antro demo niaco, mas para os anti cristãos, ateus-comunas... uma pessoa correta é o pior dos inimigos

  4. Ah, fala, vai! disse:

    Cala a boca, RA, ops, Treponema Pallidum! . FALA PRA NÓS SEU CODINOME NA ODEBRECHT! A curiosidade é grande!

  5. Treponema Pallidum disse:

    Obrigar alguem a depor é anti democrático. Mas a pior coisa, a promotora não quis dizer, que é a opinião de promotores e juízes, geralmente medíocres, que usam seus cargos para aparecerem na mídia e terem seus minutos ou até meses de fama, posando de salvadores da pátria.

  6. João RS disse:

    No mundo todo não tem contribuição sindical obrigatória. É bom lembrar no momento em que o STF faz outra jabuticaba e proíbe as conduções coercitivas. O Brasil sempre na vanguarda do atraso.