Crusoé: “Todo mundo queria pegar um pouco do bolo da contribuição sindical”

A nova edição da Crusoé traz uma entrevista exclusiva com o ministro Ives Gandra Martins Filho, que presidiu o Tribunal Superior do Trabalho durante a tramitação da reforma trabalhista.

Ele faz um balanço das mudanças em vigor, das quais foi um dos principais articuladores.

Leia aqui:

O senhor da reforma

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  1. Ives Gandra Martins Filho é um homem de boa vontade. Outro em seu lugar jamais daria entrevista a uma revista cujos proprietários de tudo fizeram para desmerecê-lo, atacando-o sob o pretexto de ser católico, como se isto fosse um defeito tão grave quanto ser criminoso.

  2. Diogo Mainardi e Sabino se juntaram à Folha, UOL e esquerdalha da imprensa fizeram campanha coordenada contra o nome de Ives Gandra Filho ao STF, tudo por ele ser católico, seria o único naquele antro demo niaco, mas para os anti cristãos, ateus-comunas… uma pessoa correta é o pior dos inimigos

  3. Obrigar alguem a depor é anti democrático. Mas a pior coisa, a promotora não quis dizer, que é a opinião de promotores e juízes, geralmente medíocres, que usam seus cargos para aparecerem na mídia e terem seus minutos ou até meses de fama, posando de salvadores da pátria.

  4. No mundo todo não tem contribuição sindical obrigatória. É bom lembrar no momento em que o STF faz outra jabuticaba e proíbe as conduções coercitivas. O Brasil sempre na vanguarda do atraso.