Cunha não tem o que comemorar

Apesar de apenas 4% das ações no Conselho de Ética findarem em cassação de mandato, o risco para Eduardo Cunha segue enorme. O G1 lembra que tudo mudou há dois anos, quando a votação no plenário da Câmara deixou de ser secreta.

A mudança foi motivada pela repercussão do caso Natan Donadon, que, mesmo cumprindo pena por corrupção, teve o mandato mantido pelo plenário em agosto de 2013.

Seis meses depois, já com a votação aberta, um total de 476 deputados finalmente cassaram o parlamentar presidiário.