Cunha vendeu carne moída

O Estadão antecipa a defesa que Eduardo Cunha apresentará ao Conselho de Ética da Câmara. Ele vai admitir que não declarou os recursos no exterior, mas alegará que não é dinheiro público.

“Segundo sua defesa, todo o recurso no exterior é fruto de atividade de comércio exterior e operações financeiras feitas nos anos 80 e no início da década de 90, quando ele vendia carne moída enlatada para a África, e que suas aplicações estavam em dois “trusts” (administrações de terceiros), e não em contas bancárias”, diz o Estadão.

Sobre o depósito de 1,3 milhão de francos suíços feitos em 2011 pelo lobista João Henriques, Cunha dirá que o montante foi depositado à sua revelia.

“À revelia”é ótimo.

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