De geração em geração

A Operação Paralelo, reforçou a força-tarefa, mostra que a corrupção no petrolão era “intergeracional”. Mesmo quando os receptores de propina deixavam a Petrobras, eles continuavam a receber recursos ilícitos por alguns anos.

O esquema deixava uma espécie de herança.

Nas gerências, os gestores passavam “o bastão da propina”.