Decisão contra Luiza Eluf é genérica e denúncia é ato de perseguição, diz defesa

Decisão contra Luiza Eluf é genérica e denúncia é ato de perseguição, diz defesa
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A defesa da advogada Luiza Eluf, que virou ré hoje com Frederick Wassef por peculato e lavagem de dinheiro, negou que tenha cometido crime no contrato firmado com a Fecomércio do Rio de Janeiro.

“O serviço foi prestado conforme contrato, as notas emitidas, os tributos recolhidos”, afirmou a defesa, em nota.

Segundo o Ministério Público Federal, Orlando Diniz pagou R$ 4,6 milhões ao escritório de Eluf, que repassou R$ 2,6 milhões à banca de Wassef. Os serviços, ainda conforme os procuradores, não foi efetivamente prestado.

“A advogada Luiza Eluf lamenta profundamente a genérica decisão da Justiça Federal. Luiza foi denunciada sem jamais ter sido ouvida pelos procuradores da República. Ela reafirma com veemência sua inocência, confiante de que comprovará sempre ter trabalhado de forma correta e transparente, e não permitirá que falsas acusações maculem sua vida pública”, diz a nota.
As advogadas Izabella Borges e Maíra Fernandes chamaram a denúncia de “perseguição” e “fruto da chamada Justiça do espetáculo, que é extremamente danosa ao nosso país”.

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