Decreto da intervenção está no Senado

O decreto que institui a intervenção federal na segurança do Rio de Janeiro chegou ao Senado Federal, onde deverá ser votado em plenário ainda hoje.

O projeto recebeu o número 4, de 2018, e “decreta intervenção federal no Estado do Rio de Janeiro com o objetivo de pôr termo ao grave comprometimento da ordem pública”.

Os deputados aprovaram, com folga, a intervenção no Rio nesta madrugada.

Temas relacionados:

Comentários temporariamente fechados.

Os comentários não representam a opinião do site; a responsabilidade é do autor da mensagem.

  1. “decreta intervenção federal no Estado do Rio de Janeiro com o objetivo de pôr termo ao grave comprometimento da ordem pública”

    HAAAAÁÁA!!!! PEGADINHA DO MALANDRO!!

    GLU GLU!! YEAH YEAH!
    YEAH YEAH!!

Ler mais 4 comentários
  1. “decreta intervenção federal no Estado do Rio de Janeiro com o objetivo de pôr termo ao grave comprometimento da ordem pública”

    HAAAAÁÁA!!!! PEGADINHA DO MALANDRO!!

    GLU GLU!! YEAH YEAH!
    YEAH YEAH!!

  2. Marcello Miller organizou o material que, apresentado à PGR, selou a delação da JBS.
    A informação consta em registros feitos pelo ex-procurador. Em anotação sobre 27 de março de 2017, ele diz: “reunião Fernanda e preparação do material para reunião com o MPF”. Fernanda é Fernanda Tórtima, advogada que assina a colaboração dos Batistas. No dia seguinte, 28, Joesley entregou seu grampo com Aécio Neves (PSDB-MG) e firmou termo de confidencialidade com Rodrigo Janot.
    .
    A agenda de trabalho de Miller está em mensagens enviadas por ele à advogada Esther Flesch, que o levou para o escritório Trench Rossi Watanabe. Quando participou da reunião sobre a delação, ele ainda estava na PGR.
    .
    “A defesa de Marcello Miller esclarece que ele não orientou pessoa nenhuma a fazer tais gravações.”

  3. Como o caso Marcello Miller demonstrou, os servidores estão dispostos a TUDO para manter seus privilégios.
    E como os políticos têm rabo preso… Acordo Realizado.
    Segue a Farra do Dinheiro Público.
    Brasília volta ao normal.

  4. O Senado vai só ratificar a decisão da Câmara?
    Precisa de pelo menos mais uns dois meses de discussão.
    Não pode simplesmente chegar e já ser votado no mesmo dia. Que absurdo.