Decreto não pode ser suspenso, diz Etchegoyen

Ao final da coletiva, o general Sérgio Etchegoyen esclareceu que o decreto de intervenção no Rio de Janeiro não pode ser suspenso.

Isso significa que, se o governo quiser votar a reforma da Previdência –que já saiu da pauta da Câmara na semana que vem–, terá de cancelar o decreto e depois editar um novo, passando outra vez pelo Congresso.

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  1. Palhaçada!!! Se esperaram 35 anos para tirar o falido RJ do lixo, por que não esperaram mais 3 a 5 dias para votar e aprovar a reforma da previdência e depois instituíssem esse decreto de intervenção??
    Canalhas!! Canalhas!! Canalhas!!

  2. Criticaram alguns editoriais por desconfiar do “oportunismo” do Temer – envolvendo a reforma previdenciária, a intervenção no Rio e o jeitinho de reforçar sua imagem para uma possível candidatura presidencial. Aí está o resultado! Ainda que ele estivesse sendo sincero em suas intenções, em se preocupar, efetivamente, com a segurança do cidadão carioca, não dá mesmo para confiar nos objetivos de suas ações.
    E de sobra, ele cria o “estupro” Constitucional, ou seja, uma pausa no Decreto para ele “driblar” nossa Carta Maior e votar “sob clamor popular, a reforma previdenciária. Haja estômago!

  3. Esse Etchegoyen ao final do Governo do Temer tem que ir para casa e esquecerem dele, não representa as FFAA, deixar um decreto deste ser feito sem poder nenhum do interventor que não dará certo, queima o General Braga Neto e ainda piora situação do povo no Rio que está sendo enganada!! Globo vc deve informar isto a população do Rio.

  4. Policiar praças e ruas não é função militar. A missão, em tais casos, se dá em caráter excepcional. Diga-se o mesmo de outras formas de intervenção militar, que ocorrem quando se verifica o colapso da autoridade civil e, consequentemente, sua capacidade de governar em nome do povo. Entre a guerra civil, geralmente produzida pela corrupção política exacerbada, e o chamado tranco militar, a população civil tem optado historicamente pela solução menos sangrenta. É um problema sério a substituição de instituições políticas por meros arremedos. O carnaval, com suas caricaturas, tem duração curta.

  5. Temer encontrou uma forma honrosa de adiar essa reforma. Ao menos está cuidando de algo que o b… do fhc não cuidou para poder ficar jogando pecs no congresso o tempo todo, e que o pt não cuidou por que provavelmente tem interesses contrários à isso.

  6. A INTERVENÇÃO É MEDIDA EXCEPCIONAL, NÃO PODE SER SUSPENSA OU CANCELADA SEM ATINGIR SEU OBJETIVO. SE FOR CANCELADO O DECRETO PARA VOTAÇÃO DA REFORMA DA PREVIDÊNCIA E DEPOIS REEDITADO, CASO APROVADA A REFORMA ELA PODERÁ SER QUESTIONADA NO STF, POIS EVIDENTE A FRAUDE LEGISLATIVA.

  7. Fiquei surpreso (e meio perdido) ao ver e ouvir o Temer – causídico das coisa constitucionais – afirmar que “suspende-se a Intervenção no RJ para votação da Reforma da Previdência e após retoma-se o estado anterior da Intervenção. Ainda bem que veio a explicação. A impressão é que essa turma não consegue nem identificar mais porta de banheiro (masculino/feminino).

    1. O general Sérgio Etchegoyen está corretíssimo na sua análise sobre a vigência do decreto presidencial. E tem mais, se Temer suspender o decreto, o exército ficará no Rio sem qualquer proteção legal até o novo decreto ser assinado, já que, o novo documento passa a vigorar tão logo o presidente o assine.