Defesa de Eduardo Cunha recorre de decisão de juíza

A defesa de Eduardo Cunha recorreu de uma decisão da juíza Carolina Lebbos, da 12ª Vara da Justiça Federal em Curitiba, em resposta a um pedido de progressão para o semiaberto, informa o G1.

O ex-presidente da Câmara está preso desde outubro de 2016 e teve condenação a mais de 14 anos –por lavagem de dinheiro, corrupção passiva e evasão de divisas– confirmada pelo TRF-4.

Sua defesa alega que Cunha já cumpriu um sexto da pena, tem bom comportamento e fez trabalhos e leituras que o ajudariam a reduzir a punição. Eles alegam que o ex-deputado deveria ter direito ao semiaberto desde o fim de julho.

Lebbos, no entanto, unificou à pena confirmada pelo TRF-4 uma condenação de Cunha na primeira instância, na Justiça Federal em Brasília –a mais de 24 anos, por suposta cobrança de propina de empresários em troca de contratos com a Caixa.

A defesa do ex-deputado afirma que essa medida da juíza é ilegal e sem respaldo jurídico. O mérito do pedido de progressão para o semiaberto ainda não foi julgado.

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  1. wanderlei lima disse:

    Manda para o beiçola, o amigo dos amigos, que ele dá a canetada.

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  1. Alberto disse:

    Já quer ir embora? kkkkkkkk não devolveu o roubo, não fez delação, leu uns livros, tá tudo certo? kkkkkkkk não duvidem, tudo é possível num puteiro. ⚖️🔫

  2. A regra é clara, Seu C*nha disse:

    Quando a regra do artigo 82 do Código de Processo Penal não for aplicada por qualquer motivo (...) pelo juízo de conhecimento, a soma ou unificação das penas será realizada pelo juízo da execução[LEP]

  3. Brasil disse:

    Quem é o rábula de Cunha? Outro Beiçola? Ou RA?

  4. Corrupção é crime hediondo, lesa pátria. disse:

    O crime de colarinho branco no brasil além de ser muito mais rentável compensa e muito. Aproveitando, a juíza poderia aproveitar e fazer valer a lei de mandar o cachaceiro psicopata para o xilindró.