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Defesa de Roberto Jefferson pede prisão domiciliar por "risco grave de morte"

Na semana passada, o Hospital Samaritano Barra, no Rio de Janeiro, informou ao STF e à PF que o ex-deputado já tem condições de ter alta
Defesa de Roberto Jefferson pede prisão domiciliar por “risco grave de morte”
Foto: Valter Campanato/Agência Brasil

A defesa do ex-deputado e presidente do PTB, Roberto Jefferson (foto), pediu ao Supremo a substituição da prisão preventiva por prisão domiciliar, uma vez que, segundo os advogados, os relatórios médicos mostram que há grave risco do ex-parlamentar morrer, caso seja reinserido no sistema prisional.

O caso está com o ministro Alexandre de Moraes.

“Os relatórios médicos denotam que há grave risco de o requerente morrer, caso seja reinserido no sistema prisional. Passados sessenta dias da efetivação da prisão, é certo que a situação de saúde do requerente continua instável, isto é, embora ele esteja em condições aptas a receber a alta médico-hospitalar, é inequívoco que  o seu retorno ao estabelecimento prisional agravará a sua condição de saúde, tendo em vista a condição insalubre do ambiente, bem como a impossibilidade de continuidade do tratamento adequado com acompanhamento médico regular”, diz a defesa.

Na semana passada, o Hospital Samaritano Barra, no Rio de Janeiro, informou ao STF e à PF que o ex-deputado está internado na unidade desde o começo de setembro, e já tem condições de ter alta. Ontem, o ministro Alexandre de Moraes pediu que a defesa se manifestasse. 

Jefferson foi preso preventivamente em 13 de agosto por ordem de Moraes. O ministro atendeu a um pedido da PF, que investiga uma suposta organização criminosa que atuaria para desestabilizar a democracia e divulgar fake news sobre ministros do Supremo. Ele foi transferido para a unidade hospitalar no dia 5 de setembro. 

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