Defesa: leite condensado tem "potencial energético"

Defesa: leite condensado tem “potencial energético”
Foto: 3º Batalhão de Polícia do Exército/Comando Militar do Sul

O Ministério da Defesa publicou na noite de quarta (27) uma nota sobre os gastos com alimentação das Forças Armadas.

O assunto ganhou repercussão nacional a partir de uma reportagem publicada no domingo (24) pelo jornal Metrópoles. Já virou objeto de dois pedidos de CPI, um de Helder Salomão e outro de Marcelo Freixo.

“O Ministério da Defesa (MD) informa que as Forças Armadas devem, por lei, prover alimentação aos militares em atividade. Ao contrário dos civis, os militares não recebem qualquer auxílio alimentação”, informa a nota.

“O efetivo de militares da ativa é de 370 mil homens e mulheres, que diariamente realizam suas refeições, em 1.600 organizações militares espalhadas por todo o País.

O valor da etapa comum de alimentação, desde 2017, é de R$ 9,00 (nove reais) por dia, por militar. Com esses recursos são adquiridos os gêneros alimentícios necessários para as refeições diárias (café da manhã, almoço e jantar). Esse valor não é reajustado há três anos”.

“O leite condensado é um dos itens que compõem a alimentação por seu potencial energético. Eventualmente, pode ser usado em substituição ao leite. Ressalta-se que a conservação do produto é superior à do leite fresco, que demanda armazenamento e transporte protegido de altas temperaturas.

No que se refere a gomas de mascar, o produto ajuda na higiene bucal das tropas, quando na impossibilidade de escovação apropriada, como também é utilizado para aliviar as variações de pressão durante a atividade aérea”, acrescentou o Ministério da Defesa.

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