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Delator da J&F contesta Lúcio Funaro

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O diretor jurídico da J&F Francisco de Assis e Silva rebateu a versão de Lúcio Funaro sobre as notas do bunker da propina, atribuído a Geddel e Lúcio Vieira Lima, relata Fausto Macedo.

O doleiro disse à PF que reconheceu uma marca do Banco Original, pertencente à holding de Joesley e Wesley Batista, nos papéis que envolviam os R$ 51 milhões achados no apartamento em Salvador.

Assis alegou nunca ter dado dinheiro a Funaro e não reconhecer a marca no material usado para envolver as cédulas.

Comentários

  • Ticu -

    Só os mais ingênuos para irem na conversa desse Funaro, que atualmente ainda é um dos heróis desses antas golpistas assim como outros criminosos presos (irmãos Batista, Saud), dar atenção a esse criminoso, é induzir os outros ao erro, ainda mais depois de ontem, quando a PF descobriu que aquelas notas foram sacadas em São Paulo no Banco do Brasil no período de 2012 a 2015, época que Geddel era presidente da CEF no governo Dilma 1. A PF agora investiga em quais agencias foram realizados os saques e se existem gravações

  • 22 -

    Pela série dessas notas não dá pra saber de onde vieram? No Brasil isso não é feito?

  • Adalberto -

    Meu Deus do céu, Antagonistas! O Funaro está sendo contestado até por aquela gente da J&F, Safados Associados, hein? E vocês que deram tanta força à delação terceirizada dele durante a segunda "denúncia" do Janot, hein? Pelo amor de Deus, vejam bem o que ocorre quando se dá crédito às delações de gentinha como ele e os "Safado Brothers" e, da próxima vez que forem dar apoio a armações como aquela que o Janot montou com eles, o Marcelo Miller e outros, vejam bem quem são os meliantes que estão por trás delas e evitem vexames como mais este.

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