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Delator diz que '90% das operações' foram para Milton Lyra

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O delator Flávio Calazans, que emprestou seu escritório para repassar propina a operadores do MDB, contou ao MPF que 90% das operações foram feitas para atender Milton Lyra.

Lyra foi solto na sexta-feira por decisão de Gilmar Mendes, que hoje liberou Arthur Machado, que também usou as empresas de Calazans para repassar propina – como consta de sua delação, obtida na íntegra por O Antagonista.

Calazans disse aos procuradores que esteve “poucas vezes com Milton Lyra”, em happy hours e almoços patrocinados por Victor Colavitti e Rodrigo Brito – que mantinham escritório no mesmo edifício de Lyra.

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