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Delator do Rio diz ter pago R$ 6 milhões a mulher de desembargador

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Como antecipamos, a delação de Lélis Teixeira –ex-presidente da Fetranspor, a Federação das Empresas de Transportes de Passageiros do Rio– está atingindo desembargadores do TJ-RJ.

Hoje, no Estadão, Fausto Macedo informa que, em sua delação, Lélis disse ter participado de negociações que teriam resultado em propinas de até R$ 6 milhões para a mulher do desembargador Mário Guimarães Neto.

As tratativas, segundo o delator, visavam “influenciar” o magistrado a tomar decisão a favor de empresários do setor na briga com a prefeitura do Rio sobre a licitação das linhas de ônibus na cidade.

Guimarães repudiou as acusações: “Nunca conheci pessoalmente o delator, nem tampouco minha esposa, cujo nome, como o meu, foi também injustamente veiculado nessa notícia estapafúrdia”.

O desembargador também afirmou que o relato do ex-presidente da Fetranspor é de “caráter criminoso” e que ele está tentando escapar da lei “mediante a fabricação de fatos”.

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