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Denúncias de assédio moral sobem 20% no governo Bolsonaro

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O número de denúncias de assédio moral apresentadas por funcionários públicos federais aumentou em quase 20% no primeiro ano do governo. O levantamento é da Folha.

A CGU recebeu 426 denúncias em 2019, contra 356 em 2018, último ano do governo Temer.

De janeiro a julho deste ano já foram 254 denúncias registradas. Se o mesmo número se repetir no 2º semestre, será um novo recorde anual.

Só nos primeiros 18 meses do governo Bolsonaro são 680 denúncias, mais de uma por dia.

A lista é liderada pela Universidade Federal de Goiás (UFG), seguida pela própria CGU. Depois vêm o Ministério dos Direitos Humanos, o MEC, a UFMT e o Ministério da Saúde.

Um dos que se dizem vítimas de assédio moral é o analista ambiental do Ibama José Olímpio Augusto Morelli. Foi ele quem, em janeiro de 2012, multou o então deputado federal Jair Bolsonaro por pesca irregular na Estação Ecológica de Tamoios, região de Angra dos Reis (RJ).

Em março de 2019, terceiro mês do governo Bolsonaro, Morelli foi exonerado de cargo de chefia na Diretoria de Proteção Ambiental.

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