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Depoimento de executivo da Pfizer reforça tese de 'gabinete paralelo'

Segundo Carlos Murillo, Carlos Bolsonaro e Filipe Martins foram chamados por Fabio Wajngarten para uma reunião que discutiu a compra de vacinas da empresa
Depoimento de executivo da Pfizer reforça tese de gabinete paralelo
Foto: Dida Sampaio/Estadão

A revelação de Carlos Murillo, da Pfizer, sobre a participação de Carlos Bolsonaro em uma reunião com representantes da empresa no Planalto deu força à tese da CPI da Covid de que Jair Bolsonaro recorria a um “gabinete paralelo” para tomar suas decisões relacionadas ao combate à doença.

Carluxo e o assessor internacional Filipe Martins foram chamados por Fabio Wajngarten ao encontro para discutir a compra de vacinas do laboratório.

Na CPI, Renan Calheiros e Alessandro Vieira são os senadores mais interessados no papel do “gabinete paralelo” em políticas públicas contra a pandemia.

LEIA AQUI a reportagem de Helena Mader na Crusoé; assine a revista e apoie o jornalismo independente.

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