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Desfigurar a prisão na 2ª instância? "Se for para votar assim, melhor não votar"

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Como noticiamos mais cedo, há deputados tentando afrouxar a PEC da prisão em segunda instância, enquanto o Brasil se preocupa com a pandemia da Covid-19.

Uma das tentativas é definir que a proposta incida apenas sobre os fatos praticados depois da sua promulgação.

O deputado Joaquim Passarinho (PSD), que presidiu a comissão das 10 medidas contra a corrupção, sabe muito bem como funciona essa tática, nos bastidores, para destruir uma proposta legítima.

Ele disse a O Antagonista:

“Como que não vai valer para crimes praticados antes? Não tem o menor o cabimento. Se for para votar assim, melhor não votar. Fazer arremedo? Ou faz ou não faz, ora. Então, quer dizer que pode praticar crime até publicar a PEC?”

Segundo Passarinho, há, sim, uma movimentação para afrouxar a PEC partindo “de tudo quanto é lado”.

“Da esquerda à direita.”

Ele torce para que o relator da proposta, o deputado Fábio Trad (PSD), “não embarque nessa história”.

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Comentários

  • Rosa -

    Sou uma esperançosa incorrigível. Vamos repercutir pra ver se acontece

  • VAGNER -

    É imperiosa a aprovação da prisão em 2ª instância para todos os crimes praticados, quer seja antes da PEC como depois da PEC. Era só o que faltava não punir por crimes anteriores a PEC

  • Maria -

    Não se preocupem. Os Bolso vão lutar pela prisão em 2a instância. Vamos conseguir!

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