“Desinformada”, não, Gilmar

Gilmar Mendes foi eufemístico: a Justiça Eleitoral não estava “desinformada” sobre as roubanças nas campanhas eleitorais.

A Justiça Eleitoral foi omissa no limite da conivência.

Bastava alguém ter prestado atenção nos valores das notas frias que foram fornecidas ao próprio TSE.