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Desobediência civil

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Wilson Witzel classificou como “desastrosa” a estratégia de Jair Bolsonaro.

Ele disse também, em entrevista para o Estadão, que o presidente tem de responder juridicamente por seus atos:

“Na medida em que o pronunciamento se dissocia dos atos administrativos já existentes, até do próprio governo, ele incide em improbidade administrativa, porque praticou desvio de finalidade no ato convocatório em cadeia de rádio e televisão, e fala absolutamente contra o que já estava estabelecido (…).

Está na recomendação do Ministério Público Federal: desvio de finalidade. Diz que o pronunciamento do presidente refutou a necessidade de isolamento social, criticando o fechamento das escolas e do comércio.”

O jornal perguntou quais providências podem ser tomadas.

O governador respondeu:

“Ação de improbidade, no mínimo. O presidente deveria agora, em cadeia nacional, fazer novo pronunciamento e corrigir o equívoco, o que não o impede de ser responsabilizado pelo anterior. Desautorizar os governadores cria para nós uma situação de desobediência civil.”

Leia também: O que o governo ganha (ou perde) com os arroubos de Bolsonaro.

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