Desta vez, Renan, não vai dar para abafar

Em 2007, a Veja publicou uma reportagem sobre o envolvimento do cangaço do Senado, mais conhecido como polícia legislativa, em grampos ilegais e violação do sigilo bancário e fiscal de Marconi Perillo.

Marconi Perillo, na ocasião, declarou o seguinte à revista: “É o fim do mundo alguém usar a estrutura do Senado para investigar ilegalmente os senadores. Não tenho provas concretas, mas não descarto que essa coisa abominável possa ter sido causada pela minha atuação em defesa da cassação de Renan Calheiros.”

O então corregedor do Senado, Romeu Tuma, pediu abertura de inquérito à PF. A investigação tramitou durante anos, mas acabou arquivada. Marconi Perillo não deu esclarecimentos e determinou à PM de Goiás, que supostamente havia descoberto a atuação do cangaço do Senado, que não desse.

Desta vez, Renan, não vai dar para abafar.