Detenham Arthur Lira

Depois de tanto lenga-lenga, líderes partidários na Câmara chegaram a um acordo para votar a PEC do fim das coligações e da cláusula de barreira.

Há um certo consenso de que a proposta, embora cheia de lacunas, é a opção viável neste momento para iniciar de alguma forma a chamada reforma política.

Arthur Lira, do PP, porém, está querendo tumultuar. Tem, inclusive, levantando a voz com alguns de seus colegas para dizer que não abre mão do distritão. Ele vai tentar emplacar mudanças de última hora no texto por meio de destaques.

7 comentários

  1. Distritão não é o problema. Não pode deixar eles incluírem o Fundão.
    Agora, se estão usando o Distritão só pra tumultuar e não votar nada, dane-se o Distritão e aprovem a Shéridan…

  2. A reforma política q quero:
    1) inclusao de candidaturas independentes,
    2) NADA de financiamento público de campanhas (gastem sola de sapato, usem redes sociais e comícios sem parafernália),
    3) voto em papel,
    4) RECALL
    5) voto distrital simples, pois aproxima o eleito do eleitor e barateia campanhas (ao restringir a área geográfica abarcada).

  3. Vocês falam de Distritão como se isso fosse um crime e não é nada além do que cumprir fielmente a vontade do eleitor. Quem tiver mais votos ganha e não tem que transferir votos de um Puxa-votos para um medíocre.
    Isso por acaso é ruim?
    Por que não se fala a verdade?

Comentários temporariamente fechados.
Os comentários não representam a opinião do site; a responsabilidade é do autor da mensagem.