Digitais por toda parte

Além das digitais de Geddel Vieira Lima e de Gustavo Ferraz nos maços de dinheiro, a PF as encontrou também nas malas, nas paredes e na maçaneta da porta do apartamento.

17 comentários

  1. A PF JÁ DESCOBRIU DE QUE BANCOS
    O DINHEIRO FOI RETIRADO???
    COM UM POUCO DE PESQUISA
    DEVE DAR ATÉ PRA DIZER
    O REAL DONO DELE.

  2. Examinem as imagens dos Aeroportos de Brasília e Salvador e vão encontrar a mala de Rocha Loures viajando de Brasília para Salvador e depois também verão a viagem de volta da mesma.
    Esse povo gosta de colecionar malas, principalmente recheadas de dinheiro!

  3. Dá pra entender agora porque Rocha Loures demorou 3 dias para devolver a mala dos R$ 500 mil reais?
    É simples: Ela estava junto com as outras malas em Salvador e leva um tempo para sair de Salvador e chegar até Brasília .
    Tudo indica que a quadrilha era colecionadora de malas!
    Que mal há em colecionar malas?
    Bom, tá certo que é muito suspeito colecionar malas cheias de dinheiro ilícito!
    Mas, que eles gostam de malas, eles gostam! Principalmente essas recheadas!
    Se examinarem a mala de Rocha Loures vão encontrar a mesma poeirinha das malas de Salvador, podem examinar!

  4. Só faltou pendurar uma placa na janela do apartamento com os dizeres: “Ei, todo mundo, a dinheirama está aqui”.

  5. Agota está ficando interessante. Que são ladrões todos sabem, mas juram santidade de pés juntos, investigação com analise das digitais não se via mais falar, é por aí. Câmeras precisam ser instaladas no Palácio do Planalto que se tornou bunker desses bandidos.

  6. O FHC no livro dele, diários da presidência, conta como era a atuação do parlamentar Geddel:
    .
    “ [FHC] fui procurado pelo Michel Temer, pelo Jader Barbalho e pelo Geddel, que querem mudar o diretor do departamento de presídios do Ministério da Justiça (…) me pareceu um tanto estranho porque três dos principais líderes do PMDB queiram mudar um posto tão baixo e no qual existem licitações. Não quero me antecipar com maledicências, mas me deu uma ponta de preocupação”. (…) “O Geddel e o PMDB fizerem uma espécie de imposição: ou se nomeava o diretor do DNER [Departamento Nacional de Estradas de Rodagem] de Minas ou não me dariam os votos. A coisa de sempre”.
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    O Geddel se achava no direito de pôr contra a parede um presidente da república, três anos depois de escapar por pouco do escândalo dos anões do orçamento. Esse tem que prender e jogar a chave fora. Psicopata!

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