Dilma, a suicida

O Brasil, para conseguir o impeachment, não pode contar com:

1 – PGR

2 – TCU

3 – TSE

4 – STF

5 – PSDB

6 – Imprensa

7 – Industriais

8 – Banqueiros

Por outro lado – e é o que mais nos anima a prosseguir -, podemos contar com os impulsos suicidas de Dilma Rousseff.

Estamos falando da CPMF, claro – o imposto que durou um dia.

Mas há outros fatores que nos enchem de otimismo. Leia o que disse Lauro Jardim:

“A reforma administrativa do governo – ou seja, o corte de dez ministérios – está sendo tocada exclusivamente por Aloizio Mercadante.

Constatação: Aloizio Mercadante continua longe da vista do público, mas voltou a mandar muito. O naco de poder que perdeu com o fugaz protagonismo de Michel Temer voltou para ele intacto”.

Vai, Mercadante! Contamos com você.

O suicida, de Manet, é o que nos inspira