Dilma arma confusão em Porto Alegre

Dilma Rousseff tentou votar acompanhada por Raul Pont, Miguel Rossetto e a imprensa.

O juiz eleitoral Niwton Carpes da Silva, que estava no local, impediu a baderna, mandando chamar a PM.

A presidente fura-fila esperneou:

“Sempre votei aqui. Nunca houve isso. Nunca a Brigada foi chamada, nunca fecharam as portas. É lamentável”.

Um escrivão do TRE-RS explicou que, por ser ex-presidente, Dilma não tem direito a nenhum esquema especial:

“É uma cidadã comum”.

Dilma Rousseff continuou a reclamar:

“Acho um absurdo. Acho antidemocrático”.

E Raul Pont completou, heroicamente:

“Fui empurrado, mas não fui ferido”.

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